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Polissonografia contribui para a qualidade de vida

A máxima de que uma boa noite de sono pode interferir na qualidade de vida dos indivíduos não é uma lenda. Distúrbios do sono são muito comuns e alteram o metabolismo e a disposição dos sujeitos por um longo período. Para investigar tais problemas, o ideal é fazer uma polissonografia, realizada através de sensores fixados na pele do paciente.

Essa técnica não invasiva e indolor é um registro assistido que, mediante variáveis, avalia múltiplos parâmetros fisiológicos, como o esforço respiratório, eletromiograma, eletroencefalograma, eletrocardiograma, eletro-oculograma, oximetria, fluxo aéreo, entre outros. Roncos e mudanças de posição corporal também são apontados.

 

 

A polissonografia fornece um diagnóstico diferencial complementar que possibilita acompanhar sinais indicativos de relaxamento muscular, bruxismo, movimentos oculares, a oxigenação sanguínea e os batimentos cardíacos. É bastante indicado na investigação da Síndrome da Apneia do Sono, parassonias e insônia e também para acompanhamento de pessoas com suspeita de insônia secundária, distúrbios do sono em idosos, investigações relativas a sonambulismo, terror noturno, fibromialgias e se o paciente não responder a tratamentos anteriores.

Para realizar este exame, é essencial o preenchimento de questionários prévios, que permitirão um acompanhamento mais minucioso. Logo depois, os pacientes são orientados e supervisionados por um técnico especializado, que manipulará o equipamento (que pode ser analógico ou digital).

O paciente que fará o exame não deve usar creme, condicionador ou gel no cabelo, deve fazer a barba normalmente, levar objetos de uso pessoal para manter o ritual diário, tornando o exame o mais natural possível (como travesseiro, escovas de cabelo e dente, pijama/camisola, chinelos, etc.), não usar elásticos nem esmalte escuro e tomar medicação (caso seja contínua ou de recomendação médica recente). Bebidas estimulantes, como o café e os refrigerantes, devem ser evitados nas 24 horas que antecedem o exame; já as alcoólicas não podem ser ingeridas nas 48 horas anteriores.

Terminado o exame, será preenchido um novo questionário a fim de completar as informações que comporão o laudo antes de liberar o paciente. Os dados são interpretados pelo médico, determinando o que ocorreu em cada fase do sono (são quatro fases, diferenciando conforme sua intensidade).

É importante analisar as suas condições de sono para que elas, aliadas aos hábitos da agitada vida urbana, não interfiram negativamente na sua qualidade de vida.

 

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