Epistaxe na infância: causas e tratamentos

Epistaxe na infância: causas e tratamentos

Epistaxe nada mais é que um sangramento na mucosa nasal, sendo muito comum em adultos, onde pelo menos 60% dessa população já apresentou pelo menos uma vez um episódio desses.

Mas e quando é o nariz da criança ou do bebê que está sangrando? O que fazer nesses casos? É importante que o diagnóstico e o tratamento corretos sejam efetuados o quanto antes. Conheça!

Causas

Descubra os dois tipos de hemorragias nasais:

Epistaxe anterior: a mais comum, é quando o sangue emerge da mucosa do septo nasal anterior, área mais aproximada da parte exterior do nariz;

Epistaxe posterior: é mais atípico e exige um maior grau de atenção, pois acontece numa região mais profunda da fossa nasal, necessitando internação hospitalar e tratamento cirúrgico.

Na maioria das vezes o sangramento pode ser causado por uma contusão ou trauma digital, ou seja, prurido nasal em rinites ou pela penetração de algum corpo estranho no nariz. Pode ocorrer também devido a inflamação, desvio de septo ou, menos comum, tumores.

Atenção: nem todo sangramento no nariz é procedente da mucosa. Hemorragia digestiva e lesão vascular de base de crânio também apresentam o sintoma. Por isso é fundamental o diagnóstico correto do médico para encaminhar o melhor direcionamento ao tratamento do paciente.

Tratamento da epistaxe em crianças

Quando o sangramento for corrente as primeiras ações a serem tomadas é tranquilizar a criança e pedir para ela manter a cabeça abaixada, tapando-se o nariz e respirando pela boca. É provável que o paciente sinta o sangue passando pela boca, devendo ele cuspir e não engolir.

Após o diagnóstico e comprovando-se a epistaxe leve, o otorrino deve iniciar o tratamento através da cauterização: procedimento que deve conter a hemorragia.

Em casos mais graves, se a cauterização endoscópica não for o suficiente, o otorrinolaringologista deverá optar pela cauterização elétrica ou o processo cirúrgico.

Hemorragia sempre são agoniantes e exigem muita calma do acompanhante nesses casos. Esperamos ter deixado claro que é imprescindível que a criança seja atendida por um médico o quanto antes, para evitar diagnósticos tardios.

Para prevenir casos futuros é recomendado conservar a qualidade do ar ao umidificar o ambiente e também manter as unhas das crianças bem cortadas. Lembre-se: saúde em primeiro lugar!

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